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    <title>Fisioterapia - IPTSP</title>
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    <item>
      <title>Estudante de graduação: qual é a sua realidade?</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="SITE PESQUISA ANDIFES UFFS 2026_capa.png" title="SITE PESQUISA ANDIFES UFFS 2026_capa.png" src="http://fisioterapia.iptsp.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/SITE_PESQUISA_ANDIFES_UFFS_2026_capa.png?1775578923" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;Pesquisa nacional segue até o dia 4 de maio e irá colaborar com a construção de políticas públicas&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p data-start="0" data-end="349"&gt;&lt;em&gt;Texto: Caroline Pires, com informações da Andifes&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="0" data-end="349"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p data-start="0" data-end="349"&gt;Os estudantes da UFG estão convidados a participar da Pesquisa Perfil Socioeconômico e Cultural 2026, até o dia 4 de maio. O objetivo é compreender a realidade dos estudantes de graduação das Universidades Federais brasileiras de maneira ampla, visando obter dados que irão subsidiar a formulação de políticas públicas mais eficazes, especialmente nas áreas de assistência estudantil, inclusão e permanência na universidade. A participação do maior número de pessoas possível é fundamental para garantir um diagnóstico mais preciso e orientar ações institucionais baseadas em evidências.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="0" data-end="349"&gt;A pesquisa foi lançada pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) e é realizada em parceria com o Ministério da Educação (MEC) e o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), a pesquisa conta ainda com o apoio de fóruns e colegiados das universidades federais, reforçando o compromisso institucional com a melhoria da educação superior pública no Brasil.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1183" data-end="1446"&gt;Historicamente, o levantamento tem papel estratégico no fortalecimento de políticas como o&lt;span&gt; &lt;/span&gt;Plano Nacional de Assistência Estudantil (PNAES), contribuindo para ampliar o acesso, a permanência e a equidade no ensino superior. Assim como nas demais instituições de ensino, na Universidade Federal de Goiás (UFG), a participação da comunidade estudantil irá fortalecer as políticas de assistência estudantil e contribuir para o aprimoramento das ações desenvolvidas pela Pró-Reitoria de Assuntos Estudantis (PRAE). &lt;/p&gt;
&lt;p data-start="0" data-end="50"&gt;Participe da pesquisa e faça sua voz ser ouvida!&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="https://questionarios.inep.gov.br/index.php/937625?lang=pt-BR" target="_blank" rel="noopener"&gt;Clique aqui&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="0" data-end="50"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/SITE_PESQUISA_ANDIFES_UFFS_2026.png" alt=" SITE PESQUISA ANDIFES UFFS 2026.png" width="700" height="394" /&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Tue, 07 Apr 2026 13:32:58 -0300</pubDate>
      <link>https://fisioterapia.iptsp.ufg.br/n/199970-estudante-de-graduacao-qual-e-a-sua-realidade</link>
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    </item>
    <item>
      <title>III Congresso Internacional de Tecnologia e Inovação em Gerontologia terá participação do Núcleo UFG 60+</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="
III Congresso Internacional de Tecnologia e Inovação em Gerontologia" title="
III Congresso Internacional de Tecnologia e Inovação em Gerontologia" src="http://fisioterapia.iptsp.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1543/o/Captura_de_Tela_2026-04-03_a%CC%80s_15.34.33.png?1775241374" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;O Núcleo Interdisciplinar em Envelhecimento da Universidade Federal de Goiás (UFG 60+) é um dos organizadores do III Congresso Internacional de Tecnologia e Inovação em Gerontologia (CITIG), que acontece nos dias 17, 18 e 19 de junho, em Brasília. O evento reunirá pesquisadores, profissionais e estudantes para discutir novas formas de pensar o envelhecimento, com foco em inovação e aplicação prática.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span class="a_GcMg font-feature-liga-off font-feature-clig-off font-feature-calt-off text-decoration-none text-strikethrough-none"&gt;O congresso é organizado por meio da parceria entre Universidade de Brasília (UnB), por meio da UniSER (Universidade do Envelhecer), o Centro Integrado de Ensino e Pesquisa (CIU), juntamente com a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), o Centro Universitário UniEuro e o Núcleo UFG 60+.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Durante a programação, o Núcleo UFG 60+ estará presente em mesas-redondas e outras atividades, contribuindo com especialistas e pesquisadores para o debate sobre envelhecimento e inovação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A proposta do CITIG é discutir o envelhecimento de forma mais ampla, considerando não apenas aspectos da saúde, mas também fatores sociais, tecnológicos e culturais. Ao longo dos três dias, serão construídas propostas, diretrizes e ideias que possam ser aplicadas tanto na academia quanto em políticas públicas e inovações sociais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para mais informações e inscrições, acesse o site do evento através do link: &lt;a href="https://citig2026.centrointegradouniser.com/"&gt;https://citig2026.centrointegradouniser.com/&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1543/o/Captura_de_Tela_2026-04-03_a%CC%80s_15.34.33.png" alt="III Congresso Internacional de Tecnologia e Inovação em Gerontologia" width="700" height="406" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Fri, 03 Apr 2026 15:39:50 -0300</pubDate>
      <link>https://fisioterapia.iptsp.ufg.br/n/199916-iii-congresso-internacional-de-tecnologia-e-inovacao-em-gerontologia-tera-participacao-do-nucleo-ufg-60</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Publicado edital para a submissão de trabalhos científicos no Conpeex </title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Conpeex_2024_Poster" title="Conpeex_2024_Poster" src="http://fisioterapia.iptsp.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/Conpeex_2024_Poster.jpg?1775072924" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Período de inscrição de projetos no 23° Congresso de Pesquisa, Ensino e Extensão vai de 8/4 a 26/6&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/Conpeex_2024_Poster.jpg" alt="Conpeex_2024_Poster" width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;Apresentação de poster eletrônico durante a 21ª edição do Conpeex&lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Texto: Versanna Carvalho, com informações da Proec&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Foi lançado na quarta-feira (1/4) o edital para submissão e apresentação de trabalhos no 23° Congresso de Pesquisa, Ensino e Extensão (Conpeex 2026) da Universidade Federal Goiás (UFG). O &lt;a href="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/SEI_6101251_Edital_209.pdf" target="_blank" rel="noopener"&gt;Edital 8/2026&lt;/a&gt;, que foi elaborado pela Comissão Científica do Congresso e divulgado pela Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proec), dispõe sobre a submissão e apresentação de trabalhos científicos, nas áreas do ensino, pesquisa e extensão. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O período de submissão de trabalhos começa na próxima quarta (8/4) e termina às 17 horas de 26 de junho de 2026.Já o prazo para as inscrições como ouvinte tem um prazo mais extenso: vai começar na próxima quarta-feira (8/4) e terminar às 17 horas de 12 de novembro de 2026.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os dias 2 e 3 de abril são voltados para prestar esclarecimentos do edital, por meio do e-mail conpeex@ufg.br. Os esclarecimentos serão analisados na segunda-feira (6/4) e a publicação final do documento será na terça-feira (7/4). A relação com o resultado final dos trabalhos aprovados será divulgada em 30 de setembro. O prazo para o envio do arquivo de apresentação dos trabalhos aprovados pela Plataforma Plateia UFG vai de 30 de setembro e até às 17 horas de 19 de outubro. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os trabalhos vão ser apresentados durante a realização do 23º Conpeex que vai ser realizado de 9 a 13 de novembro deste ano, no Centro de Cultura e Eventos Professor Ricardo Freua Bufáiçal, no Campus Samambaia, em Goiânia. A publicação do edital tem como objetivo promover a divulgação e avaliação dos resultados alcançados na execução de trabalhos de pesquisa, extensão ou ensino, vinculados às modalidades de trabalhos do Conpeex. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/Conpeex_2024_Poster_02.jpg" alt="Conpeex_2024_Poster_02" width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;Em 2025, foram recebidas mais de 11 mil inscrições e apresentados 3.654 trabalhos&lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vão ser aceitos trabalhos acadêmicos com um ou mais autores, para apresentação individual no 23° Conpeex. Os trabalhos, com resultados finais ou resultados parciais consistentes, devem&lt;br /&gt;abranger pelo menos uma das 14 temáticas: Estágio e Trabalho de Conclusão de Curso - TCC; Mostra da Educação Básica (Núcleo de Iniciação à Pesquisa Científica na Educação Básica - Niceb e Trabalho de Conclusão do Ensino Médio - Tcem); Mostra da Pós-Graduação &lt;em&gt;Stricto Sensu&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Lato Sensu&lt;/em&gt;; Mostra de Educação Profissional e Tecnológica; Mostra de Extensão e Cultura; Programa de Bolsas de Extensão e Cultura - Probec; Programa de Educação Tutorial - PET; Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde - PET Saúde; Mostra de Monitoria e Ensino; Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência – Pibid; Seminário do Programa de Iniciação à Pesquisa dos Cursos de Licenciatura - Prolicen; Seminário de Iniciação à Pesquisa – PIP - Iniciação Científica (IC); Seminário de Iniciação à Pesquisa – PIP - Iniciação Tecnológica (IT); e Seminário de Iniciação à Pesquisa – PIP - Iniciação Científica Júnior (ICJr).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na edição de 2025, o 22º Conpeex recebeu mais de 11.355 mil inscrições, sendo que 500 delas foram de participantes de fora da Universidade. Foram apresentados 3.654 trabalhos em 14 sessões de apresentações.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Oportunidade&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A vice-coordenadora do evento e presidente da Comissão Científica, Adriana Régia Marques de Souza, fala sobre como é importante e estratégico que estudantes da graduação, pós-graduação e ensino médio participem apresentando seus projetos. “O Conpeex é uma grande oportunidade para que toda comunidade acadêmica apresente seus trabalhos, demonstrando o quanto o ensino, a pesquisa e a extensão na Universidade Federal de Goiás são gigantes”, anima-se. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Adriana complementa, afirmando que o Congresso “é  um momento de integração, compartilhamento de ideias e conhecimento, único”. Para finalizar, ela faz um convite a todos os estudantes. “Participe do Conpeex, apresentando seu trabalho entre as diferentes modalidades, valorizando assim toda sua jornada como estudante, extensionista e pesquisador”.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Melhores trabalhos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No ato da submissão na Plataforma Plateia, os autores do trabalho devem indicar se desejam que o mesmo concorra ao Prêmio de Melhores Trabalhos do 23° Conpeex da UFG. A premiação dos melhores trabalhos, para todas as modalidades, será feita de acordo com as grandes áreas do conhecimento, sendo o primeiro lugar de cada área, contemplado com um troféu, e o segundo e terceiro lugares, de cada área, com a entrega de menção honrosa. Os trabalhos premiados serão anunciados na Cerimônia de Encerramento do 23° Conpeex.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os resumos dos trabalhos aprovados serão publicados nos Anais do 23° Conpeex, a serem disponibilizados no site do evento em data a ser informada. Os conteúdos dos trabalhos submetidos serão de responsabilidade dos autores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Comunicação&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Todas as comunicações oficiais do edital serão divulgadas no site do 23° Conpeex (https://23conpeex.plateia.ufg.br/), sendo responsabilidade do proponente acompanhar as atualizações. É importante destacar que a Comissão Científica não se responsabilizará por mensagens eletrônicas de cadastramento e inscrição não recebidas ou recebidas fora do prazo previsto, por motivos de ordem técnica dos computadores, falhas de comunicação, congestionamento das linhas de comunicação, problemas com navegadores de internet, bem como outros fatores que impossibilitem a transferência de dados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sobre o Conpeex UFG&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Congresso de Ensino, Pesquisa e Extensão (Conpeex) é o maior evento acadêmico da Universidade Federal de Goiás (UFG) e é realizado anualmente desde 2003. Durante a pandemia de covid-19 chegou a ser feito remotamente com a programação 100% on-line. O Conpeex é gratuito e traz uma extensa programação, que envolve desde palestras científicas, a oferta de serviços e apresentações culturais. O Conpeex é feito a partir do trabalho conjunto de todas as áreas da UFG e é capitaneado pela Pró-Reitoria de Extensão e Cultura (Proec).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Clique para ler a íntegra do &lt;a href="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/SEI_6101251_Edital_209.pdf" target="_blank" rel="noopener"&gt;Edital 8/2026&lt;/a&gt; para submissão e apresentação de trabalhos no 23° Congresso de Pesquisa, Ensino e Extensão (Conpeex 2026)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Wed, 01 Apr 2026 17:11:46 -0300</pubDate>
      <link>https://fisioterapia.iptsp.ufg.br/n/199866-publicado-edital-para-a-submissao-de-trabalhos-cientificos-no-conpeex</link>
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    </item>
    <item>
      <title>LACISE promove encontro sobre carreira e mercado em estética e saúde na UFG</title>
      <description>&lt;img width="200" alt=" capa - evento lacise.jpg
" title=" capa - evento lacise.jpg
" src="http://fisioterapia.iptsp.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/capa_-_evento_lacise.jpg?1774552631" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Evento no IPTSP reúne especialista com atuação internacional para discutir formação, marketing profissional e oportunidades no setor. As inscrições estão abertas&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p data-start="0" data-end="268"&gt;&lt;em&gt;Texto: Marina Sousa&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Liga Acadêmica de Cirurgia e Estética (LACISE), do Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública (IPTSP) da Universidade Federal de Goiás (UFG), realiza, no dia 30 de março, um encontro especial voltado à formação e ao fortalecimento de carreiras na área da saúde.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="270" data-end="627"&gt;Com o tema &lt;strong data-start="281" data-end="345"&gt;“Estética e Saúde na Prática: Carreira, Marketing e Mercado”&lt;/strong&gt;, o evento será realizado no auditório do IPTSP/UFG e contará com uma programação que inclui certificado, coffee break, sorteios e distribuição de brindes aos participantes. O investimento é de R$ 15,00, e as inscrições já estão abertas por meio do link: &lt;a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfzs4xzTLlWxbr9Hr4J4dv9jWPBecxoYPHhNXvtg_ozm48A4w/viewform"&gt;https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfzs4xzTLlWxbr9Hr4J4dv9jWPBecxoYPHhNXvtg_ozm48A4w/viewform&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p data-start="629" data-end="880"&gt;A atividade terá como destaque a participação da enfermeira e especialista Dra. Sacha Gualberto, profissional com ampla experiência em saúde estética, acupuntura e harmonização facial, além de atuação internacional e mentoria de profissionais da área.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="882" data-end="1258"&gt;A proposta do encontro é proporcionar aos estudantes e profissionais uma visão estratégica sobre o mercado da estética e da saúde, abordando desde o desenvolvimento de carreira até o posicionamento profissional e as oportunidades no setor. A iniciativa também busca aproximar teoria e prática, trazendo reflexões atuais sobre empreendedorismo, qualificação e inovação na área.&lt;/p&gt;
&lt;p data-start="1260" data-end="1497" data-is-last-node="" data-is-only-node=""&gt;O evento integra as ações formativas da LACISE, que têm como objetivo aprimorar a preparação dos alunos para os desafios do mercado de trabalho, fortalecendo competências e ampliando perspectivas profissionais no campo da saúde estética.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/WhatsApp_Image_2026-03-19_at_12.34.48_%284%29.jpeg" alt=" WhatsApp Image 2026-03-19 at 12.34.48 (4).jpeg" width="640" height="800" /&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/WhatsApp_Image_2026-03-19_at_12.34.48_%285%29.jpeg" alt=" WhatsApp Image 2026-03-19 at 12.34.48 (5).jpeg" width="640" height="800" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 26 Mar 2026 16:17:36 -0300</pubDate>
      <link>https://fisioterapia.iptsp.ufg.br/n/199705-lacise-promove-encontro-sobre-carreira-e-mercado-em-estetica-e-saude-na-ufg</link>
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    </item>
    <item>
      <title>Professores de Fisioterapia do IPTSP/UFG são homenageados em solenidade na Assembleia Legislativa de Goiás </title>
      <description>&lt;img width="200" alt=" profs. fisio alego site.png
" title=" profs. fisio alego site.png
" src="http://fisioterapia.iptsp.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/profs._fisio_alego_site.png?1774442642" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-weight: 400;"&gt;Homenageados receberam Certificado do Mérito Legislativo por seu trabalho essencial para a saúde humana &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Texto: Maria Eduarda Silva&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Os docentes do Departamento de Saúde Funcional do Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública (IPTSP) da UFG, Natasha Yumi Matsunaga Spicacci, Rêncio Bento Florêncio e Thaís Rocha Assis foram homenageados com o Certificado do Mérito Legislativo, em reconhecimento à contribuição relevante da fisioterapia para a saúde humana, a promoção do bem-estar e as ações de prevenção, tratamento e reabilitação de pacientes.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A cerimônia ocorreu na última quarta-feira (18), durante sessão solene realizada no Plenário Iris Rezende, da Assembleia Legislativa de Goiás (Alego), reunindo profissionais da área e autoridades. A iniciativa destacou a importância do trabalho dos fisioterapeutas na assistência à saúde e na melhoria da qualidade de vida da população. A homenagem foi proposta pelo deputado Cristiano Galindo (Mobiliza), como forma de valorizar e dar visibilidade ao papel essencial desempenhado pelos profissionais da fisioterapia na sociedade.&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/Se%CC%81rgio278.JPG" alt="sergio278" width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;Professora Natasha Yumi Matsunaga Spicacci recebendo o Certificado de Mérito. Foto: Sergio Rocha/Alego&lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Além do deputado Galindo, estiveram presentes na mesa dos trabalhos: o presidente do Conselho Regional de Fisioterapia e Terapia Ocupacional da 19ª região (Crefito), João Batista da Silva Júnior, o presidente do Sindicato dos Fisioterapeutas de Goiás (Sinfisio-GO), Kemil Rocha, o presidente da Associação das Empresas Prestadoras de Serviços de Fisioterapia de Goiás (APFISIO-GO), Eduardo Bueno, a vereadora por Trindade, a fisioterapeuta Diana Camargo, o vereador de Bela Vista de Goiás, Adriano do Trajano, e os fisioterapeutas Jean Brener da Silva e Daniel José Mendes. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Durante sua fala, Galindo agradeceu aos colegas por promoverem a qualidade de vida e esperança aos pacientes mais necessitados: &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;“É muito importante ouvir falar sobre a valorização desse profissional e saber que, além de dinheiro, temos a gratidão dos pacientes e famílias. Fico muito feliz por homenageá-los. Eu sei da dedicação de todos e da luta por melhorar a qualidade de vida das pessoas”, comentou. &lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/Se%CC%81rgio302.JPG" alt=" Sérgio302.JPG" width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;Professor Rêncio Bento Florêncio recebendo o Certificado de Mérito. Foto: Sergio Rocha/Alego&lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O professor Kemil Rocha, presidente do Sinfisio, destacou a importância do momento e da homenagem aos profissionais: &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;“A fisioterapia não se constroi apenas com o conhecimento técnico, mas com vínculos, história, compromisso com o outro. Cada paciente atendido e vida impactada, passa pelas mãos de profissionais que escolheram cuidar”, afirmou. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Para a professora e também vice-diretora do IPTSP Thais Rocha, a iniciativa é uma forma de fortalecer a categoria dos profissionais de fisioterapia e o setor da área da saúde: &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;“É muito importante que um ambiente político, como a Assembleia Legislativa, promova um evento que fortaleça  a categoria profissional e a área da saúde como um todo. Principalmente com um curso novo na Universidade Federal de Goiás, que está levando um grupo muito competente para o mercado de trabalho”, comenta. &lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/Se%CC%81rgio334.JPG" alt=" Sérgio334.JPG" width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;Professora Thais Rocha recebendo o Certificado de Mérito. Foto: Sergio Rocha/Alego&lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O curso de Fisioterapia da UFG é um curso relativamente novo, com a primeira turma ingressando em 2022, no IPTSP. Nesse contexto, o fortalecimento da categoria de forma política é extremamente importante, tanto na atuação pública quanto privada. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/WhatsApp_Image_2026-03-19_at_09.52.17.jpeg" alt="profs. fisio" width="525" height="700" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
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&lt;p&gt;&lt;em&gt;*Maria Eduarda Silva é bolsista de jornalismo no projeto IPTSP Comunica e é supervisionada pela jornalista Marina Sousa.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
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      <pubDate>Wed, 25 Mar 2026 09:56:40 -0300</pubDate>
      <link>https://fisioterapia.iptsp.ufg.br/n/199618-professores-de-fisioterapia-do-iptsp-ufg-sao-homenageados-em-solenidade-na-assembleia-legislativa-de-goias</link>
      <guid>https://fisioterapia.iptsp.ufg.br/n/199618-professores-de-fisioterapia-do-iptsp-ufg-sao-homenageados-em-solenidade-na-assembleia-legislativa-de-goias</guid>
    </item>
    <item>
      <title>IPTSP INDICA - IV Ciclo de Estudos GEPETS: Fundamentos da Didática  Histórico-Crítica</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="grupo gepets" title="grupo gepets" src="http://fisioterapia.iptsp.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/grupo_gepets_site.png?1774382206" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Formação irá abordar fundamentos da Pedagogia Histórico-Crítica da obra de Dermeval Saviani em sete encontros virtuais&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Texto: Maria Eduarda Silva&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O &lt;strong&gt;Grupo de Estudos e Pesquisa em Educação, Trabalho e Saúde (GEPETS),&lt;/strong&gt; vinculado ao Instituto de Ciências Biológicas da Universidade Federal de Goiás (ICB/UFG), tem se consolidado como um espaço importante para a formação crítica e o aprofundamento teórico no campo da educação e saúde. Ao longo de sua trajetória, o grupo tem promovido ciclos de estudos que dialogam com temas estruturantes, como a determinação social da saúde, a medicina social latino-americana e as políticas de formação profissional. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Dando continuidade a esse compromisso com o pensamento crítico, o GEPETS anuncia a realização do&lt;strong&gt; IV Ciclo de Estudos GEPETS: Fundamentos da Didática Histórico-Crítica de Galvão, Lavoura e Martins,&lt;/strong&gt; uma formação que se debruçará sobre a obra de Dermeval Saviani, um dos mais importantes legados da pedagogia brasileira. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O ciclo será orientado pela obra “Fundamentos da Didática Histórico-Crítica”, de autoria de Ana Carolina Galvão, Tiago Nicola Lavoura e Lígia Márcia Martins, que atualiza e aprofunda os fundamentos teórico-didáticos dessa perspectiva pedagógica. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Formato e programação&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O evento será realizado de forma online, com os links de acesso disponibilizados aos inscritos próximos a cada encontro. A formação terá início no dia &lt;strong&gt;6 de abril de 2026, segunda-feira, às 19h&lt;/strong&gt;. Ao todo, &lt;strong&gt;serão realizados sete encontros quinzenais,&lt;/strong&gt; estruturados para permitir uma imersão sistemática nos capítulos da obra. Cada sessão contará com a participação de convidados de diferentes regiões do país, conforme o cronograma: &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/Story__Gepets_02.png" alt="cronograma" width="700" height="1244" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Inscrições e certificação&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas clicando &lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&lt;a style="color: #0000ff;" href="https://www.even3.com.br/iv-ciclo-de-estudos-gepets-fundamentos-da-didatica-historico-critica-de-demerval-saviani-704803/"&gt;&lt;strong&gt;aqui&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;. Os participantes com 75% de frequência e que tiverem sua participação devidamente registrada nos encontros virtuais receberão certificado de participação no ciclo de estudos. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A iniciativa do GEPETS fortalece o debate sobre a educação pública e o compromisso social das instituições. Não deixe de participar! &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Serviço&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;IV Ciclo de Estudos GEPETS: Fundamentos da Didática Histórico-Crítica de Galvão, Lavoura e Martins&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Unidade responsável: Instituto de Ciências Biológicas/UFG&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Datas: 7 encontros quinzenais, iniciando em 06/04/2026&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Horário: 19h&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Local: Online (link disponibilizado aos inscritos)&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Inscrições:&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&lt;a style="color: #0000ff;" href="https://www.even3.com.br/iv-ciclo-de-estudos-gepets-fundamentos-da-didatica-historico-critica-de-demerval-saviani-704803/"&gt;https://www.even3.com.br/iv-ciclo-de-estudos-gepets-fundamentos-da-didatica-historico-critica-de-demerval-saviani-704803/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; ou pelo perfil @gepets_ufg no Instagram&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Certificados para inscritos com 75% de presença e participação registrada&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
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&lt;p&gt;&lt;em&gt;*Maria Eduarda Silva é bolsista de jornalismo no projeto IPTSP Comunica e é supervisionada pela jornalista Marina Sousa.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
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      <pubDate>Tue, 24 Mar 2026 17:01:23 -0300</pubDate>
      <link>https://fisioterapia.iptsp.ufg.br/n/199595-iptsp-indica-iv-ciclo-de-estudos-gepets-fundamentos-da-didatica-historico-critica</link>
      <guid>https://fisioterapia.iptsp.ufg.br/n/199595-iptsp-indica-iv-ciclo-de-estudos-gepets-fundamentos-da-didatica-historico-critica</guid>
    </item>
    <item>
      <title>IPTSP NA MÍDIA - Iniciativa para  promover equidade na maternagem é destaque no programa Mundo UFG </title>
      <description>&lt;img width="200" alt="na midia iptsp" title="na midia iptsp" src="http://fisioterapia.iptsp.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/maternagem_-_iptsp_na_midia_site.png?1773686113" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;A iniciativa, vinculada ao PET Saúde, busca conhecer a realidade de pessoas que maternam dentro da universidade e no mercado de trabalho &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Texto: Maria Eduarda Silva &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O programa Mundo UFG, da TV UFG, recebeu as professoras Thaís Rocha Assis, atual vice-coordenadora do Instituto de Patologia Tropical de Goiás (IPTSP), e Mércia Pandolfo Provin, da Faculdade de Farmácia (FF), da Universidade Federal de Goiás (UFG), para uma conversa sobre pesquisas desenvolvidas no âmbito da maternagem. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O projeto está vinculado ao Programa de Educação pelo Trabalho para a Saúde (PET-Saúde), uma iniciativa do Ministério da Saúde em parceria com o Ministério da Educação, voltada para a qualificação de profissionais da saúde e aprimoramento do SUS através da educação permanente. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A professora Thaís Rocha, também tutora-coordenadora no projeto PET-Saúde Equidade, conta que as pesquisas buscam abarcar a realidade de pessoas que maternam, sejam elas mulheres, homens, pessoas com útero e pessoas responsáveis pelo cuidado de crianças. Através da pesquisa e da extensão, o objetivo é conhecer a realidade dessas pessoas a partir da perspectiva de estudantes da UFG e das profissionais trabalhadoras da saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Goiânia. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;“Algo que já observamos, através dos estudos e da pesquisa empírica, é que a maternidade é um marcador de diferenças sociais. Pessoas que maternam possuem diferentes inserções no trabalho, a forma como as estudantes se envolvem com o estudo dentro da universidade é diferente”, pontua. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ao comentarem sobre os resultados prévios de pesquisas já finalizadas, relacionados principalmente à institucionalidade, isto é, o que é oferecido pelas instituições a fim de promover a equidade dessa população, a professora Thaís ressalta que, durante as pesquisas com os grupos focais, algumas dificuldades foram mais proeminentes.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;“Uma das falas mais recorrentes durante os grupos focais era sobre o gerenciamento do tempo, para conciliar horários de cuidado, lazer, estudo e profissional. Muitas estudantes relataram que precisaram atrasar a conclusão do curso e pegar menos disciplinas, e muitas trabalhadoras perderam oportunidades de ascensão na carreira, tiveram que sair de cargos de gestão”, comenta. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Outra queixa, unânime entre os grupos focais, foi a falta de apoio das instituições e a invisibilidade da maternidade. Muitas entrevistadas relataram, por exemplo, constrangimento, no trabalho e na universidade, por precisarem se ausentar em casos de emergência. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;“Nesses casos, é como se a maternidade não fosse legítima. É importante que, nas instituições, a maternidade seja legitimada, é uma questão de vida”, conclui. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A interseccionalidade também foi um ponto levantado durante a conversa pela professora Mércia Pandolfo. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;“A maternidade já possui muitas barreiras e dificuldades, e acaba sendo assumido, majoritariamente, pelas mulheres. Mas, além da questão do gênero, a maternidade também é diferente quando falamos sobre diferenças de classe social, de cor”, explica. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A professora também relembrou que a política recomendada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) é de amamentação contiuada até os dois anos de idade ou mais. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;“O que o Estado, as políticas públicas e nós, enquanto sociedade, fazemos para que essa amamentação, esse direito da criança seja garantido? Na universidade, as estudantes precisam amamentar seus filhos e não há infraestrutura necessária para receber essa criança”. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Por fim, a professora também comentou que, em muitas comunidades e outras formas de organização, o trabalho de cuidar da criança seria de toda a família e sociedade, mas, durante a história, tornou-se conveniente que as mulheres assumissem esse papel invisível e não remunerado, enquanto seus parceiros exercem trabalhos “produtivos” e remunerados. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/maternagem_-_iptsp_na_midia.png" alt="maternagem feed" width="560" height="700" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Não deixe de conferir essa conversa extremamente pertinente sobre o cenário da maternidade&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt; &lt;a style="color: #0000ff;" href="https://www.youtube.com/live/1TfGDW2F7pQ"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
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&lt;p&gt;&lt;em&gt;*Maria Eduarda Silva é bolsista de jornalismo no projeto IPTSP Comunica e é supervisionada pela jornalista Marina Sousa.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
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      <pubDate>Mon, 16 Mar 2026 15:37:51 -0300</pubDate>
      <link>https://fisioterapia.iptsp.ufg.br/n/199343-iptsp-na-midia-iniciativa-para-promover-equidade-na-maternagem-e-destaque-no-programa-mundo-ufg</link>
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    </item>
    <item>
      <title>UFG suspende atividades presenciais na Região Metropolitana dia 20/3</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="Informe" title="Informe" src="http://fisioterapia.iptsp.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/Informe_%281%29.png?1773672164" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-weight: 400;"&gt;Decisão considera impacto do MotoGP na mobilidade urbana e transporte público&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;A reitora da Universidade Federal de Goiás, Sandramara Matias Chaves, comunica a &lt;a href="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/SEI_6056888_OFICIO_CIRCULAR_6.pdf" target="_blank" rel="noopener"&gt;suspensão das atividades administrativas e acadêmicas &lt;strong&gt;presenciais&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; no âmbito dos Campi Colemar Natal e Silva, Samambaia, e Aparecida de Goiânia da Universidade Federal de Goiás na sexta-feira (20/3), cabendo a cada órgão e unidade organizar as suas atividades para que sejam realizadas de forma remota e para reposição. A alteração na rotina de trabalho não se aplica às atividades consideradas essenciais, cuja manutenção deverá ser assegurada pelas respectivas unidades acadêmicas e administrativas. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A decisão considerou a realização da etapa brasileira do evento internacional Grande Prêmio de Moto (MotoGP 2026), em Goiânia, com expectativa de público aproximada de 200 mil pessoas ao longo dos dias de programação. O que pode acarretar em impactos para a mobilidade urbana da cidade, especialmente no que se refere ao aumento do fluxo de veículos, congestionamentos no trânsito e sobrecarga do sistema de transporte público. "Toda essa movimentação pode resultar em dificuldades de deslocamento da comunidade universitária, especialmente dos estudantes, até as dependências da UFG na Região Metropolitana de Goiânia", diz a reitora.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sandramara ressaltou que a iniciativa vai ao encontro de decretos do governo do Estado de Goiás e da Prefeitura de Goiânia que estabeleceram ponto facultativo em órgãos e entidades da administração pública no mesmo período.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/1/o/SEI_6056888_OFICIO_CIRCULAR_6.pdf" target="_blank" rel="noopener"&gt;Clique aqui&lt;/a&gt; para acessar o Ofício Circular nº 6/2026/GR/UFG&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Mon, 16 Mar 2026 11:43:40 -0300</pubDate>
      <link>https://fisioterapia.iptsp.ufg.br/n/199326-ufg-suspende-atividades-presenciais-na-regiao-metropolitana-dia-20-3</link>
      <guid>https://fisioterapia.iptsp.ufg.br/n/199326-ufg-suspende-atividades-presenciais-na-regiao-metropolitana-dia-20-3</guid>
    </item>
    <item>
      <title>Palestras sobre saúde mental e educação inclusiva fomentam troca de ideias e debates durante Semana de Planejamento Pedagógico do IPTSP </title>
      <description>&lt;img width="200" alt="planejamento. pt2" title="planejamento. pt2" src="http://fisioterapia.iptsp.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/NOVO_-_IPTSP_Not%C3%ADcia_Site_%2846%29.png?1773326896" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Durante as palestras, docentes, chefias de departamento, coordenadores e direção puderam discutir os principais desafios e possibilidades de melhoria nestes temas &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;Texto e fotos: Maria Eduarda Silva&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A saúde mental é um tema que mobiliza cada vez mais a comunidade e a universidade, sendo um tópico cada vez mais discutido, especialmente após a pandemia. A professora Larissa Arbués Carneiro, do Departamento de Saúde Coletiva (DSC), do IPTSP/UFG, trouxe, para a Semana de Planejamento Pedagógico, reflexões importantes a respeito do tema. Ao questionar aos docentes presentes qual seria o conceito de saúde mental, algumas respostas como “calma”, “controle da ansiedade”, “lidar com estresse” e “ter a liberdade de ser quem sou em contextos diferentes” foram proeminentes. &lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/prof._lari.JPG" alt="prof. larissa 2" width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;Professora Larissa Arbués Carneiro, do Departamento de Saúde Coletiva (DSC), do IPTSP.&lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Nesse sentido, ao pensar a saúde mental a partir da perspectiva da saúde coletiva, é possível vê-la como um olhar de integração entre corpo, mente e a forma como nos expressamos no mundo. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Na universidade, a qualidade da saúde mental de professores e estudantes é preocupante: são as duas categorias que mais sofrem, com mais de 50% dos estudantes relatando sintomas depressivos e ideação suicida. Essa realidade contribui significativamente para pedidos de afastamento, trancamento de matrículas e atestados médicos por questões de saúde mental, especialmente na pós-graduação. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/IMG_5256.JPG" alt="saude mental coletiva" width="700" height="467" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A professora Larissa Arbués ressalta que esse cenário é, muitas vezes, intensificado pelo modelo de produção em que vivemos no meio acadêmico:&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;“Nós estamos sob um modelo produtivista, que a gente precisa atender. Quanto mais você faz, melhor você é visto, melhor a sua unidade acadêmica reconhece seus índices. Então, neste modelo, é importante tomar cuidados com as nossas escolhas”, pontua.  &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Nesse modelo, que exige alta performance acadêmica, os estudantes podem ser intensamente impactados por demandas de desempenho, mas os docentes também relatam, entre outros desafios, a solidão e a sobrecarga de lidar com suas próprias questões de saúde mental e a dos estudantes. Nesse caso, alguns fatores protetivos, que contribuem para o bem-estar mental, foram ressaltados: &lt;/p&gt;
&lt;ul style="text-align: justify;"&gt;
&lt;li aria-level="1"&gt;&lt;strong&gt;Boa rotina de sono:&lt;/strong&gt; essencial para a faxina mental e limpeza metabólica.&lt;/li&gt;
&lt;li aria-level="1"&gt;&lt;strong&gt;Atividades físicas:&lt;/strong&gt; pelo menos 40 minutos por dia ou 150 minutos por semana.&lt;/li&gt;
&lt;li aria-level="1"&gt;&lt;strong&gt;Nutrição:&lt;/strong&gt; alimentação saudável, evitando processados. &lt;/li&gt;
&lt;li aria-level="1"&gt;&lt;strong&gt;Rede de apoio:&lt;/strong&gt; ter uma boa rede pessoal e social de apoio. &lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ao final da palestra, a docente também comentou a respeito do papel do professor, que inclui, principalmente, promover um ambiente seguro, com contratos com a turma (regras, comunicação clara, flexibilidade), oferecer uma escuta acolhedora e, quando necessário, reportar à coordenação em casos de encaminhamentos mais especializados. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Além disso, o autocuidado dos próprios docentes também é essencial, principalmente para contribuir com o avanço na inclusão e no manejo de demandas de saúde mental na universidade. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Desafios e perspectivas na educação inclusiva&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Na manhã de quarta-feira, o professor Michell Pedruzzi Mendes Araújo, da Faculdade de Educação (FE) da UFG, onde integra a Comissão de Inclusão, trouxe uma palestra a respeito de práticas pedagógicas para a inclusão de estudantes com indicativo para a educação especial. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Durante a apresentação, o professor apontou que a FE já possui uma comissão de inclusão, vinculada à Secretaria de Inclusão (SIN), que auxilia professores e estudantes com necessidades específicas. Entre as especificidades mais comuns, estão estudantes com altas habilidades, deficiência intelectual (DI) e outras especificações que podem resultar em perda de prazos, dificuldade de aprendizado e necessidades de adaptação em rotinas de sala. &lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/IMG_5479.JPG" alt="prof. michelli" width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;Professor Michell PedruzziMichell Pedruzzi Mendes Araújo, membro da Comissão de Inclusão da FE. &lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Nesse sentido, Michell Pedruzzi destacou algumas adaptações que podem ser realizadas em sala, como as próprias formas de avaliação: &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;“Esses estudantes têm direito, dentro da lei, à adaptação curricular. Eles têm direito à avaliação adaptada. E isso não quer dizer, necessariamente, que o docente deva fazer uma nova avaliação escrita. Pode ser uma avaliação oral ou uma mediação durante a avaliação. Ou seja, eles têm o direito, se solicitarem, a fazer a prova nova sala sozinhos, separados, com um monitor, por exemplo”, explica. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Além das adaptações curriculares, alguns recursos também podem ser utilizados para a inclusão de estudantes com baixa visão, por exemplo, com textos ampliados, slides com fundos claros, letras grandes e audiodescrição. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O professor também ressalta a importância  da comunicação e informação entre estudantes, docentes, coordenação e a Comissão de Inclusão, uma vez que adaptações e recursos necessários devem ser comunicados e exigidos logo no início do semestre. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;“Na Comissão de Inclusão, nós sempre atendemos professores e estudantes, e um dos pontos principais é conversar com os professores logo no início do semestre. Os docentes precisam saber que, naquele semestre, terão um aluno com certas especificidades”, comenta. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/IMG_5447.JPG" alt="PROF. MICHELL" width="700" height="467" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Outros direitos reservados a estudantes com especificidades, estão o Atendimento Educacional Especializado (AEE) com profissionais capacitados, muitas vezes monitores, e a possibilidade de cursar menos disciplinas por semestre. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Frente a essa realidade, o papel do docente é o de se colocar à disposição logo no início do semestre, para que se sintam seguros em procurar ajuda e comunicar necessidades. Essas informações devem ser sempre sigilosas e tratadas com cuidado, não sendo expostas sem autorização da família e do aluno. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Além disso, as práticas pedagógicas são essenciais para incluir estes estudantes. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;“É muito importante conhecer qual é o público, saber quais são os seus direitos. Na inclusão, trabalhamos muito com o conhecer, o planejar e o incluir”.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Apesar dos desafios que acompanham a educação inclusiva, como a falta de conhecimento sobre as legislações existentes sobre o assunto, barreiras estruturais, sociais e burocráticas e falta de formação continuada para os professores, é possível pensar a educação inclusiva a partir da ação conjunta entre docentes, Comissão de Inclusão e estudantes. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A palestra enfatizou que a educação inclusiva é, sobretudo, sobre oferecer condições e adaptações necessárias para que os estudantes possam se desenvolver e aprender respeitando seu próprio tempo e, também, seu potencial. &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
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&lt;p&gt;&lt;em&gt;*Maria Eduarda Silva é bolsista de jornalismo no projeto IPTSP Comunica e é supervisionada pela jornalista Marina Sousa.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;/div&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 12 Mar 2026 12:03:49 -0300</pubDate>
      <link>https://fisioterapia.iptsp.ufg.br/n/199236-palestras-sobre-saude-mental-e-educacao-inclusiva-fomentam-troca-de-ideias-e-debates-durante-semana-de-planejamento-pedagogico-do-iptsp</link>
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      <title>Semana de Planejamento Pedagógico do IPTSP discutiu impactos da tecnologia e ética no serviço público</title>
      <description>&lt;img width="200" alt="planejamento pedagogico 2026" title="planejamento pedagogico 2026" src="http://fisioterapia.iptsp.ufg.brhttps://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/NOVO_-_IPTSP_Not%C3%ADcia_Site_%2845%29.png?1773321661" /&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-weight: 400;"&gt;Atividades reuniu docentes para discutir desafios atuais do ensino e o planejamento acadêmico de departamentos e coordenações de cursos&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;span style="font-weight: 400;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br/&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Texto: Marina Sousa&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A Semana de Planejamento Pedagógico do Instituto de Patologia Tropical e Saúde Pública (IPTSP) foi realizada entre os dias 23 e 27 de fevereiro e reuniu docentes e gestores acadêmicos para discutir desafios atuais do ensino superior. A programação abordou temas como saúde mental, práticas pedagógicas para inclusão de estudantes com indicativo para educação especial, ética no serviço público e os impactos das ferramentas de inteligência artificial na pesquisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inicialmente, o professor da Faculdade de Educação e também presidente da Comissão de Ética da UFG,  Marley Saraiva  trouxe pontos essenciais relacionados à ética. Como, por exemplo, quando falamos em ética no serviço público, uma provocação importante é a seguinte: ética é o que você faz quando ninguém está olhando. Segundo o professor, a ética é um dos pilares fundamentais do serviço público e não depende de fiscalização constante, pois ela é inerente ao servidor público, que deve agir de modo ilibado o tempo todo, inclusive fora do ambiente de trabalho. Isso acontece porque, em muitas situações, servidores também são identificados como representantes da instituição, como no caso da Universidade Federal de Goiás (UFG). Portanto, as atitudes podem refletir na imagem da instituição. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“De forma geral, agir com ética significa agir com integridade em todas as nossas ações no serviço público. Isso envolve princípios como transparência, respeito, responsabilidade e compromisso com o interesse público”, ressalta o docente.&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/IMG_5177.JPG" alt="prof. marley saraiva" width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;Professor Marley Saraiva, da Faculdade de Educação (FE/UFG) e presidente da Comissão de Ética. &lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Existem diversas bases legais que estruturam a ética no serviço público. Entre elas estão a Constituição Federal, Código de Ética do Servidor Público, Regime Jurídico Único e a Lei de Conflito de Interesses. Todos esses normativos orientam a conduta dos servidores. Também foi abordado sobre situações em existem algumas vedações importantes. Por exemplo, o servidor não pode usar o cargo para obter benefícios pessoais ou favorecer outras pessoas. Da mesma forma, não é permitido aceitar presentes relacionados às atividades profissionais, especialmente quando existe relação direta de interesse.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Inteligência artificial e queda do tempo de atenção desafiam ensino&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Ao longo de toda transformação tecnológica, o papel do professor mudou bastante, e isso trouxe consequências”, tal declaração  é do Professor Ricardo Limongi, da Faculdade de Administração, Ciências Contábeis e Ciências Econômicas (FACE/UFG), que trouxe para sua palestra aspectos da inteligência artificial no ensino e pesquisa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o professor, muitas vezes ele tem a sensação de estar diante de um contexto muito diferente daquele em que foi formado. “Há palavras e gírias que os estudantes utilizam e que são distantes da minha geração”, comentou. Para ele, esse distanciamento revela um dos principais desafios do ensino atualmente.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Limongi destacou que os professores lidam hoje com a chamada geração dos nativos digitais,  pessoas que nasceram em um contexto altamente tecnológico. No entanto, ele ressalta que crescer cercado por tecnologia não significa necessariamente utilizá-la de forma crítica. De acordo com o docente, essa geração também é considerada uma das mais vulneráveis à desinformação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora o acesso à informação seja cada vez maior, Limongi afirma que a sociedade ainda carece de letramento científico. “Produzir ciência exige método, tempo e investimento contínuo. Não é possível gerar conhecimento científico na mesma velocidade em que a informação circula”, explica.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Outro ponto abordado foi a redução do tempo de atenção das pessoas. Dados apresentados durante a palestra indicam que, em 2004, o tempo médio de atenção era de cerca de 150 segundos (aproximadamente dois minutos e meio). Em 2012, caiu para 75 segundos e, em 2020, chegou a aproximadamente 47 segundos. Segundo o professor, essa redução representa um desafio para o ensino, já que esse tempo muitas vezes não é suficiente sequer para a leitura da primeira página de um artigo científico.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O docente também destacou que vivemos em um cenário de hiperconectividade, em que é comum as pessoas utilizarem o celular enquanto conversam ou acompanham outras atividades ao mesmo tempo. Essa fragmentação da atenção, segundo ele, pode gerar estresse e dificuldades de concentração.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Outro fenômeno observado é a chamada "terceirização da memória". Muitas pessoas passam a depender de ferramentas digitais para recuperar informações. “Muitos pensam: ‘por que eu vou lembrar disso se posso procurar no Google ou perguntar ao ChatGPT?’”, exemplifica. No entanto, Limongi ressalta que o aprendizado depende da memória ativa, que permite organizar informações e transformá-las em conhecimento.&lt;/p&gt;
&lt;figure class="image"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/IMG_5503.JPG" alt="prof. limongi" width="700" height="467" /&gt;
&lt;figcaption&gt;&lt;em&gt;Professor Ricardo Limongi, da Faculdade de Administração, Ciências Contábeis e Ciências Econômicas (FACE/UFG).&lt;/em&gt;&lt;/figcaption&gt;
&lt;/figure&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Diante desse cenário, surge uma questão central: qual é o papel do professor? Para o pesquisador, enquanto os algoritmos são eficientes em fornecer respostas, cabe ao professor ensinar os estudantes a formular boas perguntas. “Essa é uma habilidade profundamente humana e difícil de automatizar”, afirma.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Estudos também indicam que o aprendizado tende a ser mais eficaz quando os conteúdos são apresentados por meio de histórias e experiências. Ao compartilhar casos reais, acertos e erros, o professor contribui para que os alunos estabeleçam conexões cognitivas mais profundas.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Para Limongi, pensar exige esforço. “Pensar dói, exige energia. Muitos alunos preferem respostas prontas, mas o papel do professor é justamente provocar esse processo de reflexão”, conclui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As atividades da semana contaram com a participação do diretor do IPTSP, Yves Mauro Fernandes Ternes, da vice-diretora Thais Rocha, das chefias de departamento do instituto, além das coordenações dos cursos de graduação em Biotecnologia e Fisioterapia e dos programas de pós-graduação em Medicina Tropical e Saúde Pública e em Biologia da Relação Parasito-Hospedeiro.&lt;span style="font-size: 11pt; font-family: Arial,sans-serif; color: #000000; background-color: transparent; font-weight: 400; font-variant: normal; text-decoration: none; vertical-align: baseline; white-space: pre-wrap;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/IMG_5218.JPG" alt="thais e yves" width="700" height="467" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="https://files.cercomp.ufg.br/weby/up/58/o/IMG_5230.JPG" alt="planej, " width="700" height="467" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt; &lt;/p&gt;</description>
      <pubDate>Thu, 12 Mar 2026 10:38:16 -0300</pubDate>
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